Resenha - O Farol
- Anna Mier
- 10 de ago. de 2020
- 1 min de leitura
Atualizado: 11 de ago. de 2020

Foto: Divulgação
Se vocês só recordam de Robert Pattinson em Crepúsculo, sugiro que repensem sobre isso em O Farol.
Fazia algum tempo desde que fiquei sabendo desse filme e apenas me interessei por conter referências de H.P Lovecraft (em breve farei um resumo sobre este ser). Tive receios no início ao saber que teria que lidar com cenários clautrofóbicos. Mas ao assistir, consegui lidar com as faltas de ar que imaginei serem reais.

Foto: Divulgação
Em sua história vemos o lenhador Ephraim Winslow (Robert Pattinson) indo trabalhar para ser zelador e auxiliar do veterano faroleiro Thomas Wake (Willem Dafoe) em uma pequena ilha no meio do oceano, onde até a mais calma tempestade já é o suficiente para abalar as estruturas do pequeno casebre ao qual serve de descanso para seus moradores. Sendo Dafoe um "senhorzinho" rabugento e mandão que governa o que acontece nesta ilha e que nunca deixa o pobre Ephraim subir ao farol. Entretanto, o jovem começa a desconfiar das atitudes do velho que por sinal esconde grandes segredos.

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As referências aos Contos de Lovecraft estão em todos os cantos e se disparam nos momentos de devaneios de Ephraim, e claro que não aconselho este filme para menores de idade por conter cenas grotescas e sexuais. Também lhes aconselho a ler sobre a história de Prometeu e Nereu (mitologia grega) para ter uma melhor absorção dos acontecimentos ao decorrer do filme. Ah, em muitos pontos dessa narração você se sentirá com dúvidas de quem está realmente fazendo ou não a cabeça do outro.
Tempo: 1 Hora e 50 minutos

Confira o trailer abaixo:



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